Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010
Autoridade e sedução
No acto de escrever coincidem duas posturas, a autoridade e a sedução. Com estas duas pernas, a literatura caminha. O escritor tem um poder sobre o leitor.“José Saramago: ‘Escribimos porque no queremos morir”, La Provincia, Las Palmas de Gran Canaria, 11 de Março de 1993


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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010
Comprometido com a vida
Eu estou comprometido com a vida e esforço-me por transformar as coisas, e para isso não tenho mais remédio senão fazer o que faço e dizer o que sou.“Hay que volver al compromiso: el escritor tiene que decir quién es y qué piensa”, Faro de Vigo, Vigo, 19 de Novembro de 1994


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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010
Não mudámos nada
Gostaria de encontrar-me com Voltaire e dizer-lhe que tinha razão quando tinha a sua céptica e pessimista opinião sobre o género humano. Dir-lhe-ia que teve razão e que muitos anos depois não mudámos nada, que há motivos para pensar que, se ele vivesse no século XX, teria, todavia, muito mais razão.“El sueño de las olas de piedra”, Diario Uno, Mendoza, 13 de Setembro de 1998


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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
A consciência de participar
A participação política deu-me algo muito importante, um sentimento solidário muito forte, a consciência de participar numa luta pela humanidade, com todas as sombras históricas que essa luta teve.“No me hablen de la muerte porque ya la conozco”, El País (Suplemento El País Semanal), Madrid, 23 de Novembro de 2008


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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010
Uma falácia
É uma falácia falar de uma globalização na qual todas as culturas se mesclariam, dando lugar a uma situação multicultural. O que está a suceder agora é uma laminação das culturas pequenas por uma cultura imperial, que é a ocidental, e sobretudo norte-americana. O que acontece? Que as culturas que se sabem ameaçadas resistem.Juan Arias, José Saramago: El amor posible, Barcelona, Planeta, 1998


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